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Saúde emocional · 20 outubro 2026

O sofrimento emocional na menopausa ainda é pouco compreendido

Equipe Rede Apoio
Conteúdo sobre saúde emocional

Mulher de meia-idade sentada à mesa, próxima a uma janela iluminada

Sobre este conteúdo

O desconforto que nem sempre recebe um nome

Uma mulher pode procurar atendimento porque está dormindo mal. Outra percebe que chora com facilidade. Há quem se irrite com situações antes administráveis ou comece a duvidar da própria concentração. Em algumas consultas, o relato termina com uma explicação rápida, como a idade, o estresse ou os hormônios. Considerar essas hipóteses faz parte da boa prática. O problema aparece quando a conversa termina antes de a queixa ser compreendida.

A menopausa costuma ser lembrada por seus sinais mais conhecidos, como as ondas de calor e o fim das menstruações. Alterações no sono, no humor, na disposição, na concentração e na vida sexual também fazem parte do quadro de muitas mulheres. Elas variam de pessoa para pessoa e raramente têm uma causa única. A Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo), em material dirigido a médicos, cita entre as queixas frequentes das mulheres acima dos 40 anos as ondas de calor, a insônia, as mudanças de humor e a dificuldade de concentração, e sugere que a conversa comece por perguntas sobre o ciclo menstrual.1

O sofrimento emocional dessa fase não se explica por uma frase pronta. Para compreendê-lo, convém olhar para as mudanças do organismo, para as circunstâncias atuais e para a história de cada mulher.

A transição começa antes da última menstruação

Em termos médicos, menopausa é o nome da última menstruação, reconhecida de forma retrospectiva depois de doze meses seguidos sem menstruar, quando não há outra causa para isso. Os anos que antecedem esse marco formam a transição menopausal, também chamada de perimenopausa. Climatério é o termo mais amplo, usado no Brasil para a passagem da vida reprodutiva para a não reprodutiva, e inclui a perimenopausa, a menopausa e a pós-menopausa.

A distinção importa porque muitas dificuldades começam enquanto a mulher ainda menstrua. O ciclo pode ficar irregular, o sono pode mudar, as ondas de calor podem surgir e o humor pode oscilar. A Febrasgo orienta os médicos a explicar às pacientes que a menopausa não acontece de um dia para o outro e que os sintomas podem aparecer antes da interrupção total da menstruação.1 Não é preciso esperar a última menstruação para conversar com um profissional sobre sintomas que interferem no dia a dia.

A intensidade e a duração das manifestações variam bastante. Algumas mulheres atravessam a transição com poucos incômodos e outras convivem com sintomas persistentes. A experiência de uma amiga, de uma irmã ou de uma colega de trabalho serve pouco como medida para as demais. Também não existe uma idade a partir da qual um relato possa ser desconsiderado.

Irritabilidade, ansiedade e tristeza não são sinônimos

A palavra “emocional” reúne experiências muito diferentes. A irritabilidade costuma aparecer como menor tolerância a frustrações. A ansiedade pode se manifestar como preocupação constante, inquietação ou sensação de ameaça. A tristeza pode ser resposta a acontecimentos concretos ou fazer parte de um quadro depressivo. Separar essas experiências evita que toda mudança de humor receba o nome de depressão.

Na transição menopausal, as oscilações hormonais podem contribuir para as mudanças emocionais. O sono fragmentado, os sintomas físicos, as preocupações financeiras, a sobrecarga de trabalho e episódios anteriores de sofrimento psíquico também pesam no quadro. Causas físicas e emocionais costumam se somar, e uma não exclui a outra.

Em março de 2026, o Royal College of Psychiatrists, do Reino Unido, publicou o seu primeiro posicionamento sobre menopausa e saúde mental. O documento associa a menopausa a ansiedade, depressão e mudanças cognitivas, e registra que o período pode, em alguns casos, desencadear ou agravar transtornos mentais graves. Aponta ainda lacunas no conhecimento clínico, o chamado ofuscamento diagnóstico (quando sintomas novos são atribuídos a outra condição e a menopausa fica sem investigação), o acesso limitado à terapia hormonal e a pouca formação dos profissionais de saúde mental sobre o tema.2

O que os estudos mostram sobre depressão

Há evidências de que a perimenopausa seja um período de maior vulnerabilidade a sintomas depressivos para parte das mulheres. Uma revisão sistemática com metanálise, publicada em 2024 no Journal of Affective Disorders, reuniu 17 estudos de acompanhamento com 16.061 mulheres. A análise quantitativa principal, feita com sete desses estudos e 9.141 participantes, mostrou que a perimenopausa teve maior chance de sintomas ou diagnóstico de depressão do que a pré-menopausa, com razão de chances de 1,40.3

Esse número não indica a porcentagem de mulheres que terão depressão, nem sugere que alguém esteja destinada a adoecer ao chegar a determinada idade. A razão de chances compara a chance de um desfecho entre dois grupos e, nesse caso, descreve uma associação observada entre grupos de participantes. Os autores também registraram diferenças entre os estudos na forma de classificar as fases da menopausa e de medir a depressão.

Na mesma análise, a pós-menopausa não apresentou aumento estatisticamente significativo em relação à pré-menopausa. Isso enfraquece a ideia de que envelhecer, por si só, produza uma piora emocional contínua. Os resultados, porém, não são uniformes entre as pesquisas. Um estudo norte-americano de longa duração (SWAN), com 221 mulheres, encontrou chance de duas a quatro vezes maior de episódio depressivo maior tanto na perimenopausa quanto até cerca de dois anos após a última menstruação, e a história prévia de depressão foi um forte preditor ao longo de todo o acompanhamento.4 A diretriz brasileira sobre saúde cardiovascular no climatério e na menopausa, de 2024, também registra maior risco de depressão e ansiedade durante a transição menopausal.5

Reconhecer uma fase de maior vulnerabilidade serve para orientar o cuidado, sem transformar uma passagem da vida em doença. A depressão exige avaliação própria e não se reduz ao funcionamento hormonal. Sintomas persistentes, por sua vez, não devem ser descartados como algo que a mulher precisa simplesmente suportar.

Noites interrompidas também afetam o humor

Existe um componente bastante concreto nessa experiência, que é o cansaço. Acordar várias vezes, suar durante a noite ou ter dificuldade para voltar a dormir compromete a disposição do dia seguinte. A mulher acorda menos descansada, precisa cumprir suas obrigações e pode notar que está mais impaciente, sensível ou dispersa.

O National Institute on Aging, dos Estados Unidos, explica que ondas de calor, mudanças de humor e problemas de sono podem se influenciar mutuamente durante a transição menopausal. A privação de sono também pode contribuir para irritabilidade, humor rebaixado e esquecimentos.6 A Sociedade Europeia de Menopausa e Andropausa (EMAS) lista como queixas comuns a dificuldade para pegar no sono, o despertar precoce, os despertares por calor ou suor noturno e o sono pouco reparador, e inclui a apneia do sono e a síndrome das pernas inquietas entre os problemas que também precisam ser considerados.7

Esse ciclo costuma passar despercebido porque a própria mulher tende a julgar o comportamento sem levar em conta o desgaste acumulado. Ela se culpa por perder a paciência ou por render menos, mesmo depois de semanas dormindo mal.

O cuidado com o sono ocupa lugar central no bem-estar emocional e continua importante mesmo quando outros tratamentos são necessários. A diretriz NICE sugere considerar terapia cognitivo-comportamental específica para a menopausa quando há problemas de sono associados a sintomas vasomotores, e o tratamento das ondas de calor também pode melhorar as noites.8

Esquecimentos, atenção e a confiança em si

Perder o fio de uma conversa, reler uma página ou esquecer uma palavra conhecida causa desconforto, sobretudo em quem sempre valorizou a própria agilidade mental. Essas situações costumam trazer uma segunda preocupação, o receio de que haja alguma doença ou de que a competência esteja diminuindo.

Queixas de memória e concentração aparecem com frequência nos materiais clínicos sobre climatério e menopausa.1 Um estudo norte-americano de acompanhamento (SWAN), com 2.362 mulheres de 42 a 52 anos observadas por quatro anos, encontrou na perimenopausa uma redução sutil do desempenho em tarefas de aprendizagem, com recuperação aos níveis anteriores na pós-menopausa.9 Os dados concordam com o que muitas mulheres relatam e sugerem que essas dificuldades podem ser limitadas no tempo. O sono ruim e o cansaço também prejudicam a memória, o que torna necessário considerar o conjunto.6 Nem todo esquecimento se relaciona à menopausa, e dificuldades progressivas ou intensas pedem avaliação clínica, sem explicação automática.

O efeito emocional dessas falhas pode ser maior do que parece. Uma profissional que passa a anotar tarefas antes guardadas de cabeça pode interpretar esse recurso como sinal de incapacidade. Outra evita situações em que teme se confundir. A insegurança cresce mesmo quando não houve perda importante de capacidade.

A avaliação clínica ajuda a investigar causas possíveis. Conversar sobre o medo e a vergonha ligados a esses episódios também evita que uma dificuldade pontual se transforme em uma imagem negativa de si.

A intimidade pode mudar, e isso precisa poder ser conversado

Alterações na lubrificação vaginal, desconforto durante as relações, mudanças no desejo sexual e incômodo com a própria aparência podem afetar a intimidade. Falar sobre isso nem sempre é fácil. Algumas mulheres evitam o assunto por constrangimento, e outras acreditam que perder o prazer ou aceitar relações dolorosas seja uma consequência obrigatória da idade.

Nada disso é obrigatório. Os sintomas geniturinários, hoje reunidos sob o nome de síndrome geniturinária da menopausa, têm tratamento, e a diretriz NICE inclui o estrogênio vaginal entre as opções, que pode ser usado pelo tempo necessário e também por quem já faz terapia hormonal.8 Dificuldades na vida sexual merecem atenção sem pressão e sem julgamento. Também não existe um padrão de desejo que todas devam manter, já que a frequência das relações e a importância dada à sexualidade variam ao longo da vida e entre as pessoas.

A intimidade envolve corpo, história, vínculo e liberdade para expressar preferências. Quando falta conversa, o parceiro ou a parceira pode entender uma mudança física como rejeição, e a mulher pode temer decepcionar. Uma dificuldade que começou localizada acaba afetando a relação inteira.

Conversar com profissionais de saúde e, quando possível, com o parceiro ou a parceira ajuda a distinguir o que é desconforto físico tratável, o que pertence à dinâmica da relação e o que deve ser respeitado como escolha pessoal.

As obrigações continuam, mesmo nos dias difíceis

A transição menopausal costuma coincidir com responsabilidades exigentes. Muitas mulheres estão em plena atividade profissional, cuidam de filhos, acompanham o envelhecimento dos pais ou administram uma casa. Outras passam por mudanças de trabalho, separações, dificuldades financeiras ou reorganização de projetos pessoais.

Essas circunstâncias influenciam quanto tempo a mulher tem para descansar, buscar atendimento, cuidar dos sintomas ou admitir que precisa de ajuda. Uma noite mal dormida pesa de modo diferente para quem pode reorganizar a manhã e para quem começa o expediente cedo e ainda cuida de outras pessoas.

O posicionamento do Royal College of Psychiatrists descreve impactos consideráveis no trabalho e observa que pessoas com transtorno mental grave, histórico de trauma, deficiência ou outras condições de vulnerabilidade costumam enfrentar mais barreiras de acesso ao cuidado e resultados piores.2

Por isso, aconselhar apenas que a mulher “reduza o estresse” é insuficiente. Descansar, receber apoio ou procurar atendimento depende de condições concretas, e o cuidado precisa levá-las em conta para não virar mais uma cobrança na rotina.

A relação com a idade, a aparência e a própria história

O fim da capacidade reprodutiva pode ter significados distintos. Para algumas mulheres, não representa uma perda relevante. Para outras, toca expectativas sobre maternidade, feminilidade, fertilidade ou sobre os anos que imaginavam ainda ter pela frente. Nenhuma dessas reações é obrigatória, e não existe um sentimento mais correto do que outro.

A forma como uma sociedade trata o envelhecimento feminino também participa dessa experiência. A pressão para parecer jovem, permanecer desejável e demonstrar produtividade pode dificultar a aceitação de mudanças naturais. O incômodo, nesses casos, nasce da alteração física e também do valor que a pessoa aprendeu a atribuir a determinadas características do próprio corpo. O material da Febrasgo para médicos recomenda apresentar a menopausa como uma fase natural da vida, sem associá-la ao fim da feminilidade, da sexualidade ou da vitalidade.1

Há mulheres que recebem essa fase com tranquilidade e outras que precisam de tempo para reorganizar suas referências. Algumas descobrem interesses antes adiados, e outras ficam mais conscientes de escolhas que gostariam de ter feito de outro modo. Nada disso precisa ser tratado como crise de identidade. Acontecimentos corporais podem despertar perguntas pessoais, e um exame laboratorial não oferece resposta para elas.

Uma conversa cuidadosa pode ajudar a distinguir a expectativa dos outros daquilo que a mulher realmente deseja para a etapa que está vivendo.

Dois erros frequentes, minimizar e atribuir tudo à menopausa

O primeiro erro é desconsiderar o relato. Dizer que irritação, insônia ou tristeza são “normais da idade” pode encerrar a investigação de um sofrimento importante. O segundo é tomar a menopausa como explicação suficiente para qualquer alteração física ou emocional que apareça nessa época.

Problemas de tireoide, anemia, efeitos de medicamentos, transtornos do sono, depressão e outras condições podem causar sintomas parecidos com os da transição menopausal. Cabe à avaliação clínica identificar essas sobreposições, e a mulher não precisa tentar adivinhar sozinha o que está acontecendo.

Também é preciso cuidado para não presumir que todo conflito conjugal, desânimo no trabalho ou dificuldade familiar venha das oscilações hormonais. Situações concretas podem merecer atenção por si mesmas. Convém considerar a combinação de fatores presentes em cada caso, sem decidir a causa de antemão.

O posicionamento do Royal College of Psychiatrists, de 2026, aponta falhas de reconhecimento e de acesso ao cuidado nessa fase, e o ofuscamento diagnóstico pode acontecer nos dois sentidos, inclusive quando sintomas da menopausa são atribuídos a um transtorno mental que a pessoa já tinha.2 Levar os sintomas a sério implica investigar com critério e ouvir sem reduzir a pessoa a uma hipótese pronta.

Situações que merecem avaliação profissional

Convém buscar orientação quando as alterações emocionais persistem, aumentam de intensidade ou prejudicam o trabalho, as relações, o sono ou os cuidados pessoais. Tristeza frequente, perda de interesse por atividades antes prazerosas, ansiedade intensa, irritabilidade difícil de controlar e cansaço incapacitante justificam procurar atendimento.

Uma consulta pode reunir informações sobre o padrão menstrual, os sintomas físicos, a qualidade do sono, o histórico de saúde, os medicamentos em uso e as mudanças recentes na vida. Conforme o caso, será preciso investigar outras condições clínicas e avaliar se há sintomas compatíveis com depressão ou com outro transtorno.

A diretriz britânica NICE distingue o baixo humor associado à menopausa da depressão, que segue orientações próprias de diagnóstico e tratamento. Um quadro não deve encobrir o outro.8

Se houver pensamentos de morte, risco de se machucar ou sensação de não conseguir manter a própria segurança, é necessário buscar ajuda imediata em um serviço de urgência, como o SAMU (192) ou a UPA mais próxima. O Centro de Valorização da Vida atende gratuitamente pelo telefone 188, a qualquer hora do dia ou da noite. A terapia de rotina não substitui o atendimento de emergência.

Há possibilidades de tratamento, sem uma receita única

O cuidado depende da natureza e da intensidade das queixas, da história clínica e das preferências da mulher. Em certas situações, tratar as ondas de calor, o suor noturno ou os problemas de sono traz melhora importante no cotidiano. Em outras, é preciso abordar diretamente a ansiedade, a depressão, os conflitos nas relações ou a dificuldade de lidar com mudanças de vida.

A diretriz NICE recomenda considerar a terapia hormonal e a terapia cognitivo-comportamental para baixo humor ou ansiedade associados à menopausa, além de terapia cognitivo-comportamental específica para sintomas vasomotores, problemas de sono e sintomas depressivos que não configuram depressão. A mesma diretriz informa que não há evidência clara de benefício dos antidepressivos das classes ISRS e IRSN para baixo humor sem depressão e desaconselha oferecê-los como primeira escolha apenas para ondas de calor.8

Para depressão leve ou moderada na perimenopausa e no início da pós-menopausa, o posicionamento da EMAS indica antidepressivos, terapias psicossociais e mudanças no estilo de vida como tratamentos recomendados. O mesmo documento observa que a terapia hormonal, embora não aprovada para essa finalidade, pode melhorar sintomas depressivos na perimenopausa, mas não na pós-menopausa, sobretudo em mulheres com sintomas vasomotores.10

A terapia hormonal pode ser uma opção para determinadas mulheres, especialmente no tratamento de sintomas vasomotores, e não é indicada de maneira indiscriminada. Benefícios, contraindicações e riscos precisam ser discutidos com um médico. Da mesma forma, a psicoterapia não substitui a investigação clínica de sintomas físicos e não deve ser apresentada como solução para todas as manifestações da menopausa.

Atividade física compatível com a saúde da mulher, atenção ao sono, apoio social e acesso a informações confiáveis também podem compor o cuidado. Esses recursos não dispensam o tratamento quando ele está indicado e ajudam a montar uma abordagem que considera a pessoa inteira.

O valor de poder falar sem ter o relato interrompido

Às vezes, a primeira necessidade é conseguir explicar o que mudou, antes de receber qualquer resposta. Pode ser o cansaço que já dura meses, o constrangimento diante das falhas de memória, uma intimidade que deixou de ser confortável ou o receio de procurar ajuda e ouvir que tudo é exagero.

Dar espaço a esses relatos não exclui a medicina nem busca uma causa emocional para cada sintoma. A saúde envolve mais do que a ausência de doença, e as decisões clínicas melhoram quando a experiência da pessoa é levada em conta.

Na Rede Apoio, a terapia online oferece um espaço para conversar sobre sentimentos, relações e dificuldades do cotidiano, com acompanhamento do profissional responsável pelo atendimento. Esse cuidado pode caminhar junto com a avaliação médica, respeitando o papel de cada profissional.

Quando o sofrimento surge durante a transição menopausal, ele pode ser investigado, tratado e acompanhado, e a mulher não precisa enfrentá-lo sem apoio.

Referências e leituras científicas

As afirmações científicas deste artigo foram verificadas em publicações acadêmicas e orientações de entidades de saúde. Os links permitem consultar as fontes originais. As reflexões sobre vivências e relações são interpretações editoriais e não valem como conclusões clínicas para todas as mulheres.

  1. Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo). Menopausa, Abra o Leque da Informação. Campanha informativa com material de orientação para médicos sobre como abordar a menopausa na consulta. Consultar fonte
  2. Royal College of Psychiatrists (2026). Menopause and mental health. Implications for clinical practice, services and policy. Position Statement PS02/26, março de 2026. Consultar fonte
  3. Badawy, Y., Spector, A., Li, Z. e Desai, R. (2024). The risk of depression in the menopausal stages. A systematic review and meta-analysis. Journal of Affective Disorders, 357, 126 a 133. DOI 10.1016/j.jad.2024.04.041. Consultar fonte
  4. Bromberger, J. T. e colaboradores (2011). Major depression during and after the menopausal transition. Study of Women’s Health Across the Nation (SWAN). Psychological Medicine, 41(9), 1879 a 1888. Consultar fonte
  5. Oliveira, G. M. M. e colaboradores (2024). Diretriz Brasileira sobre a Saúde Cardiovascular no Climatério e na Menopausa, 2024. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 121(7), e20240478. Elaborada pela Sociedade Brasileira de Cardiologia com a Febrasgo e outras sociedades científicas. Consultar fonte
  6. National Institute on Aging (NIH). Sleep Problems and Menopause. What Can I Do? Material informativo revisado em setembro de 2021. Consultar fonte
  7. European Menopause and Andropause Society (EMAS) (2024). Sleep problems and the menopause. Menopause Essentials. Consultar fonte
  8. National Institute for Health and Care Excellence (NICE). Menopause. Identification and management. Diretriz NG23, recomendações sobre baixo humor, ansiedade, sono, terapia cognitivo-comportamental, terapia hormonal e estrogênio vaginal, com atualizações de 2024. Consultar fonte
  9. Greendale, G. A. e colaboradores (2009). Effects of the menopause transition and hormone use on cognitive performance in midlife women. Neurology, 72(21), 1850 a 1857. Consultar fonte
  10. Stute, P. e colaboradores (2020). Management of depressive symptoms in peri- and postmenopausal women. EMAS position statement. Maturitas, 131, 91 a 101. DOI 10.1016/j.maturitas.2019.11.002. Consultar fonte

Este conteúdo é informativo e não substitui consulta médica, avaliação de saúde mental ou atendimento de urgência. Sintomas persistentes merecem avaliação individualizada.

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